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segunda-feira, 28 de março de 2016

…:: Brasileiro canta e toca violão enquanto recebe cirurgia no cérebro ::…


Um vídeo surpreendente tem percorrido as redes sociais nos últimos dias: nele, um paciente toca violão enquanto uma equipe médica realiza cirurgia na cabeça dele. O que você talvez não saiba é que o paciente é brasileiro e a cirurgia foi feita em um hospital de Tubarão, Santa Catarina.
O bancário Anthony Kulkamp Dias foi submetido a uma cirurgia para retirada de um tumor no cérebro. Em procedimentos como esse, é comum o paciente ser mantido acordado para que a atividade cerebral possa ser monitorada, assim evitando quaisquer lesões em áreas sensoriais, motoras e de fala.

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“A cirurgia trata-se de um grande avanço na medicina, pois é possível fazer, de forma segura, um verdadeiro mapeamento do cérebro do paciente, evitando-se lesões que podem comprometer áreas importantes e refletir na qualidade de vida do paciente.”
De acordo com o Dr. Jean Abreu Machado, diretor clínico do hospital e anestesiologista da cirurgia, procedimentos neurocirúrgicos como esse são, geralmente, realizados com o paciente sob anestesia geral, ou seja, inconsciente, desta forma evitando possíveis dores.
Entretanto, quando o tumor é localizado muito próximo de áreas sensíveis — de fala, movimentação e sensibilidade — existe o risco destas serem danificadas e perdidas durante a cirurgia, por isso a necessidade de manter o paciente acordado. Ele explica que ao monitorar as áreas sensíveis em tempo real, é possível diminuir as chances de lesão, otimizando o tratamento:
“Mantendo o paciente acordado durante a cirurgia, estas áreas podem ser monitoradas em tempo real. É feito uma espécie de mapeamento das áreas importantes”
Dias tocou e cantou Yesterday do Beatles; Bem Maior, do Roupa Nova; Telefone Mudo, do Trio Parada Dura; e Emanuel, canção original que compôs para o filho recém-nascido. “Os médicos pediram para eu repetir a música sertaneja (“Telefone mudo”) duas vezes. Então teve até bis”, diz em entrevista ao G1.
A cirurgia levou 9h para ser completada e Dias intercalou cada música com descansos. Machado o ajudou com o peso do violão. “A mão do lado direito estava um pouco fraca por causa do lado onde eles estavam mexendo. Então eu parava e descansava”, conta.
Não é a primeira cirurgia cerebral com pacientes acordados do Hospital Nossa Senhora da Conceição, mas é a primeira em que um paciente toca violão. Entretanto, a primeira cirurgia do tipo — na qual um paciente toca um instrumento enquanto é operado — ocorreu há cerca de dois anos, nos EUA: um paciente em tratamento da doença de Parkinson tocou guitarra enquanto o cérebro dele era operado. Os médicos precisavam saber o local exato do cérebro em qual eletrodos seriam instalados para tratar a doença.

Assim como Dias, Brad Carter não foi o primeiro a passar por tal operação acordado, mas foi o primeiro a tocar um instrumento durante o procedimento. A operação não curou a doença de Carter, mas o ajudou a controlar melhor os tremores. E assim como Dias, Carter também gravou um vídeo da operação, que você pode conferir abaixo. [Facebook, G1, BBC]

Obs: A conta do Youtube associada a este vídeo foi removida por questões de direitos autorais!


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Fonte:Gizmodo

…:: O mistério da síndrome de Camaçari ::…

Como o país descobriu que tinha zika.

  • O virologista Gúbio Soares Campos trabalha no Laboratório de Virologia da UFBA
    O virologista Gúbio Soares Campos trabalha no Laboratório de Virologia da UFBA
No começo do ano passado, uma doença misteriosa começou a chamar a atenção em um hospital de Camaçari, na Bahia. Ainda não sabiam que se tratava da zika, e a doença ganhou o apelido de “síndrome de Camaçari”. “O diretor do hospital [Santa Helena, que registrava casos da “doença misteriosa”] me chamou para tentar esclarecer o caso. Achavam que era a água que contaminava as pessoas. Quando fui lá, percebi que não era a água e disse que era doença nova, que tínhamos que tentar descobrir, diz o médico infectologista Antonio Carlos Bandeira.
“Todos estavam procurando algum vírus diferente e não estavam encontrando. Eu suspeitava que era arbovirose, então enviei as amostras para o Gúbio [Soares Campos, coordenador do Laboratório de Virologia da UFBA (Universidade Federal da Bahia)] e pedi para ele concentrar as buscas em um arbovírus [vírus transmitidos por insetos]”.
Os testes em laboratório começaram a ser feitos em fevereiro de 2015, quando a Secretaria de Saúde da Bahia foi notificada pelas unidades sobre casos de “doença exantemática indeterminada” (doenças que incluem manifestações na pele, mas sem diagnóstico).
A doença misteriosa fazia com que pacientes apresentassem manchas no corpo, febre e coceira. Pelas características, os pesquisadores já acreditavam se tratar de uma doença que fosse transmitida por um inseto. Então, os pesquisadores da UFBA começaram a fazer testes para doenças pouco conhecidas no Brasil.

Mayaro? Febre do Nilo Ocidental? Não, Zika!

Foram feitos testes inicialmente para doenças como Febre de Mayaro e Febre do Nilo Ocidental. Na época, eles acreditavam que era mais provável que essas doenças tivessem chegado ao país. O vírus da zika foi o último a ser testado. “Nós testamos cinco arbovírus: mayaro, vírus do Nilo ocidental e outros três que não recordo o nome. Pegamos o material e testamos para todos que tinham um quadro clínico parecido. Então, como foi dando negativo, íamos excluindo, e só nos restava o vírus da zika”, diz Gúbio Soares Campos.
No dia 28 de abril de 2015, pela primeira vez no país, os pesquisadores confirmaram a infecção de pessoas pelo vírus da zika no país. Nos testes, oito das 24 amostras de pacientes de Camaçari deram positivas para a doença. “Vimos que o quadro clínico estava compatível com o que estava na literatura”, diz Campos.
“A gente não imaginava isso, porque não tinha relato. Não tinha nada escrito sobre zika na literatura, era pouquíssima coisa”, diz Bandeira. “A gente até ficou preocupado porque na Polinésia Francesa havia relatos de aumentar casos da síndrome de Guillain-Barré“, completa.
O infectologista diz que não há certeza de que o vírus da zika chegou ao Brasil pela Bahia. “Tivemos e temos muitas hipóteses em relação à chegada da zika, sabemos que tivemos ao mesmo tempo casos aqui, em Pernambuco, Rio Grande Norte e Paraíba. Já tínhamos relatos de casos com sintomas similares no final de 2014, mas são conjecturas, não há comprovação”.
De lá para cá muita coisa mudou no conhecimento do vírus. Sabe-se que ele pode ser encontrado na saliva, sêmen e urina e atravessa a placenta na gestação.
Agora, a luta de Gúbio Soares Campos e sua equipe é conhecer melhor o vírus da zika. “Estamos estudando a genética do vírus, a característica dele, como é a resposta imune. Queremos saber se uma pessoa que teve a doença poderá contrair de novo. Mas ainda falta muito trabalho, é muito cedo”, diz.


Fonte: Carlos Madeiro. Colaboração para o UOL, em Maceió.

…:: Air Bonsai ::…




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...:: Air Bonsai ::...
Fonte: Hoshinchu / Japão.

…:: VII Jornada Odontológica Integrada Acadêmica – na FOUFBA ::…




J O I A /2016.
…:: VII Jornada Odontológica Integrada Acadêmica ::…

De 27 e 30 de abril na FOUFBA.

O evento é aberto para estudantes e profissionais.
Entre 27 e 30 de abril, acontece a VII Jornada Odontológica Integrada Acadêmica (JOIA 2016), evento científico organizado por uma comissão de alunos da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal da Bahia (FOUFBA), com o apoio de docentes da universidade que dão suporte técnico-científico e administrativo ao evento. As atividades serão realizadas nos auditórios, salas de aula e clínicas da Faculdade de Odontologia da UFBA, que está localizada na Avenida Araújo Pinho, no Canela.
O objetivo principal da Jornada é promover o conhecimento acadêmico e enriquecer o desempenho clínico através de cursos práticos para o desenvolvimento de habilidades manuais na área da odontologia, bem como desenvolver habilidades interpessoais dos envolvidos no evento que precisam se articular com parcerias entre instituições na busca de agregar profissionais e empresas incentivadoras do conhecimento.
Estudantes e profissionais, devidamente inscritos na VII JOIA 2016, também terão a oportunidade de expor e discutir estudos nas mais diversas áreas da odontologia através de apresentação em forma de painel/pôster. Os interessados devem submeter os resumos de seus trabalhos para apresentação na Jornada até o dia 10 de abril. O resultado dos trabalhos aceitos será divulgado via e-mail. Para efetuar as inscrições e obter mais informações, acesse o site: http://joiaufba.wix.com/joia2016.

Fonte: Ufba em Pauta.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

...:: Reparo e Manutenção de Computadores & Formatação Lógica ::...


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terça-feira, 7 de julho de 2015

...:: ContCLIN - Programa para administração de clínicas e consultórios por computador ::...

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